
estrela
Eu vi uma estrela ao longe.
A nuvem a escondeu.
Caneta sem tinta é o meu pensar.
O vestido da noiva não quer sujar.
Cadê o brilho, onde está?
No andar de baixo,
mas, alto e sublime como o céu,
vermelho e pulsante, vital.
Que cor era a nuvem?
Importa a luz tão desejada,
Que, renovada, não chorou, brilhou.
A paz renova, renasce.
Não quero a altura da estrela.
Quero vê-la
e viver a grande emoção
do pulsar, multicores,
de sentimentos e amores.
A nuvem não apaga o brilho.
Não apaga a dor, nem a cor.
QUANTA HONRA!!!
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirO poema é realmente maravilhoso!!!!!
ResponderExcluiro mais legal é que a poetiza é minha grande amiga!!!!